Windows completa 30 anos: relembre a história do sistema da Microsoft

PC World / EUA
20/11/2015 - 12h53
Selecionamos as principais versões do agora trintão Windows para relembrar a história do sistema mais popular do mundo.

Sai para lá, MS-DOS. Em 20 de novembro de 1985 a Microsoft lançou a versão 1.0 do sistema operacional com desktop gráfico conhecido como Windows, e mudou o mundo da computação para sempre.

Nos 30 anos seguintes, o mercado veria 19 versões significativamente nova do software, e isso sem contar as edições bizarras como o Windows RT ou o Windows 10 para aparelhos de Internet das Coisas (IoT).

Por isso, selecionamos as principais versões do agora trintão Windows para relembrar a história da plataforma de computação mais popular do mundo.

Windows 1.01 (1985)

A primeira versão do Windows era algo primitivo. Para evitar problemas na justiça com o Mac OS, da Apple, a Microsoft precisou assegurar que as janelas de aplicações não se sobreporem e não havia uma “Lixeira”  para ser vista. No entanto, o primeiro Windows tinha uma barra de tarefas na parte inferior da tela.

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Windows 3.1 (1992)

O Windows 3.1 foi uma melhoria significativa ao seu antecessor (Windows 3.0, lançado em 1990) com a inclusão de fontes TrueType escaláveis, transformando o Windows em uma plataforma séria para publicação desktop. Essa versão também melhorou a funcionalidade “arrastar e soltar” e OLE (Object Linking and Embedding), e introduziu suporte multimídia pela primeira vez. E também tinha Campo Minado...

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Windows NT 3.1 (1993)

O Windows NT nasceu do trabalho no OS/2. Representou um sistema 32-bit totalmente novo (as edições anteriores eram cápsulas gráficas do MS-DOS) que tinham como alvo estações de trabalho top de linha e aplicações de servidores. A primeira versão trouxe um visual parecido com o Windows 3.1, mas as seguintes eram totalmente originais.

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Windows 95 (1995)

A Microsoft continuou o desenvolvimento da sua linha de sistemas baseada em DOS para usuários finais com o Windows 95, que não exigia uma instalação separada do DOS. O Windows 95 introduziu os agora famosos menu Iniciar e barra de tarefas, juntamente com dezenas de outros recursos que renderam vendas fortes e consolidaram o domínio da Microsoft no mercado de sistemas para desktop.

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Windows 98 (1998)

O Windows 98 tornou o navegador Internet Explorer uma parte emaranhada do sistema, permitindo que as páginas web fossem renderizadas nas janelas do Explorer ou no desktop. Também adicionou a barra de ferramentas de acesso rápido e suporte nativo para USB, entre outras coisas. Provou ser um SO popular, apesar de um pouco instável.

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Windows 2000 (2000)

Como um membro da linha NT, o Windows 2000 levou a integração web do Windows 98 para um sistema estável e relativamente seguro, feito para estações de trabalho e ambientes de servidores. Também eliminou a necessidade de muitas reinicializações quando as pessoas instalavam software ou mudavam as configurações do sistema.

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Windows XP (2001)

Finalmente o Windows XP integrou a linha madura e estável NT SO com a linha de sistemas 9x para usuários finais. O resultado foi o sistema mais popular da Microsoft, que tinha entre seus destaques uma nova interface colorida e melhorias de segurança, enquanto mantinha compatibilidade reversa com seus antecessores.

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Windows Vista (2007)

Em 2007, a Microsoft começou a sentir a concorrência do Mac OS X, que fez parecer que o Windows XP tinha saído há duas décadas. A resposta de Redmond foi o Windows Vista, que tinha novidades como uma interface bonita Aero e ícones maiores, além de um novo menu Iniciar. Foi um fiasco, com críticos e usuários nada satisfeitos.

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Windows 7 (2009)

Após receber muitas críticas na imprensa com o Vista, a Microsoft correu para lançar um sucessor. O resultado foi o Windows 7, que recebeu bons reviews e renovou a viabilidade do Windows frente a tantas ameaças, como plataformas móveis e a Apple.

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Windows 8 (2012)

E então tivemos o Windows 8, que não chegou a ser um fiasco nem nada após o sucesso retumbante do Windows 7. A Microsoft se livrou do menu Iniciar em troca de uma “Tela Iniciar” cheia de Live Tiles conectado aos Windows apps – um novo tipo de software, entregue por meio da Windows Store, que consumia toda a sua tela e não se dava muito bem com software desktop tradicional. As partes Live Tile e desktop do sistema tinham configurações totalmente separadas em áreas inteiramente separadas. Apesar de boas novidades e intenções, muita gente estranhou a mudança brusca um pouco bagunçada e diversos veículos de imprensa recomendaram que os usuários ficassem com o Windows 7.

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Windows 8.1 (2014)

Apesar de não ter sido um lançamento totalmente novo, esse update gratuito suavizou as piores coisas do Windows 8. Os usuários podiam escolher inicializar para o desktop em vez da tela Iniciar, e o botão Iniciar voltou (mas não o menu Iniciar). 

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Windows 10 (2015) 

Finalmente um sistema para o qual os usuários do Windows 7 podem fazer o upgrade tranquilamente. O Windows 10 conseguiu ao mesmo tempo dar as boas-vindas de volta à experiência desktop (ao colocar os Windows app no Windows desktop, trazendo o menu Iniciar de volta, e introduzindo suporte para desktop virtual) e levar o Windows para o futuro ao abraçar o conceito de “ sistema como um serviço”. 

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