Inteligência Artificial, big data, cloud e chatbots nortearão o varejo em 2018

Da Redação
17 de janeiro de 2018 - 10h54
Jean Klaumann, VP de Operações da Linx, destaca 5 tendências que devem nortear o mercado neste ano e como as empresas podem se beneficiar com a transformação digital
Um dos setores mais impactados pela transformação digital é o varejo. Entender o comportamento do consumidor em uma era digital demanda atenção e proatividade das marcas e empresas.  
 
Em 2018, as principais tendências para o varejo reforçam a urgência para o setor se preparar para tal experiência digital, além de conseguirem acelerar processos internos. 
 
Na lista a seguir, Jean Klaumann, vice-presidente de Operações da Linx, reflete o que deve nortear o mercado neste ano e como as empresas podem se beneficiar com a transformação digital.
 
1 – Omnicanalidade ou omnichannel 
 
Hoje, é normal que as pessoas pesquisem pela internet e façam compras no varejo físico. O conceito consiste na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. As principais vantagens desta integração são redução de custos de frete, tempo de entrega, ganhos fiscais, maior conversão de vendas, geração de fluxo em loja, além de uma gestão de estoque mais inteligente. 
 
2 – Reengajamento no e-commerce 
 
No ambiente virtual, é comum que consumidores busquem produtos, adicionem ao carrinho, mas não finalizem a compra. Empresas como a Linx, que adquiriu a ShopBack em outubro de 2017, oferecem sistemas de retargeting capazes de reverter o abandono, trazer o usuário de volta para o site e recuperar vendas consideradas perdidas. 
 
3 – Migração para a nuvem  
 
O varejo está em uma busca constante de eficiência na gestão de seus processos e atividades. A solução para isso pode estar na nuvem. Atualmente, já existem lojistas apostando neste modelo e a Linx vem suportando os clientes que estão dispostos a migrar seus dados. A previsão da companhia é que 50% da carga de trabalho seja migrada em 2018 e estima que, em três anos, 90% de todo o processamento será em nuvem pública. 
 
4 – Big data, data lake e inteligência artificial 
 
O principal benefício de trabalhar com informações em nuvem é a criação de um grande banco de dados alimentado em tempo real. Com isso, varejistas podem conhecer melhor seus consumidores, entender o perfil e comportamento de cada um e oferecer produtos e serviços personalizados por meio de ferramentas de inteligência artificial. 
 
5 – Chatbots 
 
Com toda essa evolução nos processos internos e de vendas ao consumidor final, é natural que a gestão do relacionamento com o cliente também se torne mais inteligente. Provedores de tecnologia para o varejo já permitem que lojistas prestem assistência por meio de ferramentas online, com destaque para as redes sociais. Desta forma, a tendência é que a automatização do atendimento siga crescendo e mais problemas sejam solucionados em tempo real.