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Oi abandona nome Way TV e inicia oferta de TV a cabo em Minas

Daniela Moreira, editora assistente do IDG Now!
14/04/2008 - 18h21
São Paulo - Operadora também deve iniciar a partir de julho a oferta de vídeo sob demanda baseado em IPTV para os clientes do Rio de Janeiro.

A Oi trocou o nome da sua operação de TV a cabo, adquirida em 2006, de Way TV para Oi TV e iniciou a oferta de pacotes incluindo TV paga, telefonia fixa e móvel e banda larga em Minas Gerais.

O pacote de TV paga inclui os canais que já eram oferecidos pela Way TV, como SporTV, GNT, HBO, Cartoon Network e Sony, além de um novo canal chamado Canal Oi (31), com foco em música, relacionamento e interatividade.

Além de conferir a programação dos canais da Oi TV, o assinante poderá baixar ringtones dos videoclipes que estiver assistindo, receber alertas e avaliar a programação no telefone móvel por meio de mensagens de texto, segundo um comunicado da empresa.

Os serviços da Oi TV estarão disponíveis inicialmente nas cidades de Belo Horizonte, Poços de Caldas, Uberlândia e Barbacena, por meio de TV a cabo.  Os pacotes de TV paga começam em 19,90 reais – valor do plano mais simples – e vão até 72,99 reais, em Belo Horizonte. Os valores variam conforme a cidade.

Os pacotes convergentes – incluindo TV paga, telefonia fixa e móvel e banda larga – terão preços especiais, começando em 186,80 reais até 355,30 reais - preços promocionais (6 meses) para Belo Horizonte.

A Oi adquiriu a Way TV em julho de 2006, por 132 milhões de reais, em leilão público. A operadora obteve aprovação da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) para a compra em outubro do ano passado. A Way possuia 112 mil usuários de TV por assinatura ao final de 2007.

A operadora também deve iniciar a partir de julho a oferta de vídeo sob demanda baseado em IPTV para os clientes do Rio de Janeiro, segundo o diretor de novos negócios da empresa, José Luis Volpini. O serviço já está em teste em uma base de mais de 50 colaboradores da própria empresa na capital carioca.

Segundo Volpini, o serviço deve ser oferecido a usuários premium no modelo de pacotes com 300 horas de programação, que poderão ser assistidas na hora que o usuário quiser. O conteúdo é o mesmo dos parceiros da TV paga.

O executivo afirma, no entanto, que o objetivo é conseguir autorização para oferecer transmissão em tempo real para todos os usuários, via IPTV. “É um produto complementar, mas a expectativa é levar broadcast a toda a base”, diz o executivo.