Cofundador do WhatsApp deixa empresa para criar fundação beneficente

Da Redação
13 de setembro de 2017 - 20h56
Com fortuna estimada em US$6,5 bilhões, Brian Acton decidiu deixar a empresa que criou em 2009 com o amigo Jan Koum. Executivo esteve no Brasil em junho.

O cofundador do WhatsApp, Brian Acton, decidiu deixar a empresa que fundou com Jan Koum em 2009 para criar a sua própria fundação beneficente, a exemplo de outro nome conhecido no mercado de tecnologia, Bill Gates.

“Sou muito sortudo na minha idade por poder ter a flexibilidade de correr novos riscos e focar no que sou apaixonado", afirmou Acton, de 45 anos, em sua página no Facebook. "Decidi iniciar uma instituição beneficente focada na intersecção entre tecnologia, comunicação e algo sem lucro. É algo em que venho pensando há algum tempo, e agora é a hora de apenas focar e executar. Terei mais para compartilhar sobre o assunto nos próximos meses”, explica o executivo, que possui uma fortuna estimada em 6,5 bilhões de dólares, segundo a Forbes.

O anúncio oficial junto aos colegas de WhatsApp foi feito durante uma reunião na sede do Facebook, que comprou o WhatsApp em 2014 por 19 bilhões de dólares. Atualmente, o aplicativo de mensagens possui cerca de 1,3 bilhão de usuários pelo mundo, sendo que quase 10% desse total está no Brasil.

Vale lembrar que Acton esteve no Brasil em junho ao lado do advogado geral do WhatsApp, Mark Kahn, para participar de uma audiência pública no STF sobre o aplicativo, que já foi alvo de três bloqueios em nosso país.