Católicos pregam jejum de WhatsApp e Facebook durante Quaresma no Brasil

Da Redação
17/02/2016 - 12h48
Frei de paróquia em Belém chegou a apelidar aplicativo de mensagens de "DiaboZap" e diz que serviço incentiva a infidelidade entre casais.

Cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, as redes sociais e aplicativos de comunicação como Facebook e WhatsApp já entraram para o “hall dos vícios” que a Igreja Católica pede que os fiéis abandonem durante o período de Quaresma, entre o Carnaval e a Páscoa.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, a paróquia de São Francisco de Assis (Capuchinhos), em Belém, se manifesta a favor desse “jejum tecnológico” para que os fiéis se desconectem nestas semanas que antecedem a Páscoa, comemorada no final de março neste ano. 

“Antes, eu recomendava aos fiéis que deixassem de ver novelas na Quaresma. Depois pedi que não usassem o Orkut e neste ano incluí o Facebook e o WhatsApp”, afirma o frei Arilson Lopes, da paróquia em questão.

O pároco vai mais longe e chega a afirmar que o WhatsApp, que apelidou de “DiaboZap”, incentiva a infidelidade entre casais e pode até separar famílias. De acordo com Lopes, muitos fiéis que frequentam a paróquia aceitaram o desafio.

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