Plural

Conheça a Geração Z, os nativos digitais que moldarão o futuro

Por Claudia Valls

Você conhece a “Geração Z”? Aposto que sim. São adolescentes e crianças que nasceram entre meados dos anos 90 do século passado até o início desta década. Eles jamais consultaram uma enciclopédia para fazer uma pesquisa de escola, exceto, talvez, a Wikipédia.

Geração Z compreende quem nasceu entre meados dos anos 90 do século passado até o início desta década

Geração Z compreende quem nasceu entre meados dos anos 90 do século passado até o início desta década

Buscam todos os assuntos no Google. Entendem muito mais de tecnologias do que seus pais e usam todos os tipos de software com o conhecimento de quem nasceu com um chip embutido no cérebro.

Não conhecem a vida antes da internet, redes sociais, smartphones, notebooks, iPhones, iPads e e-books. E já se tornaram um grupo expressivo que deve ser levado a sério pelos departamentos de marketing e agências.

Eles fazem suas próprias marcas
A Geração Z é aquela que produz suas próprias marcas. Não se impressionam facilmente com as antigas táticas de publicidade porque eles próprios entenderam que há uma nova forma de marketing, e mais eficiente: os virais e o “self-defining endorsement”, ou seja, o mágico botãozinho do “like”, presente em boa parte das mídias sociais.

Um único “like” vindo de alguém que sobressaia em seu grupo de amigos é capaz de converter vários usuários em clientes de determinadas marcas e grifes.

Os “Zers” transformaram-se em parceiros de marketing das marcas, pois têm o poder de evangelização. O que os publicitários devem fazer para obter êxito em suas campanhas direcionadas a essa geração é distinguir os membros deste grupo (que já é o mais visado, em termos de marketing), pesquisar suas preferências online e usá-las para abordá-los e cativá-los.

E como isso é possível? Usando as mídias sociais como plataformas de mobilização.

Com a alma das redes sociais
Por terem nascidos com as novas tecnologias funcionando a todo vapor e criados “dentro” das redes sociais, essa garotada é calculista, prática, imediatista e tem um poder de concentração menor do que das gerações passadas.

Tudo isso deve ser levado em conta quando se faz um plano de marketing dirigido a esses meninos que, quando chegarem aos 20 anos de idade, serão consumidores tão conscientes como os que têm 30 anos atualmente. Por conta da simulação de jogos sociais como o “Farmville”, a Geração Z praticamente nasceu com tino comercial. Seu mantra poderia ser: “Arrisque menos, mas assuma os riscos certos”.

De olho nessa premissa, o site internacional Lockerz.com, cujo público-alvo é exatamente a Geração Z, lançado em junho de 2009, dispõe de redes sociais, jogos, músicas e vídeose já conta com 12 milhões de cadastrados.

A Lockerz vende itens de marcas, como equipamentos esportivos e de design, artigos eletrônicos e acessórios, além de oferecer planos para produtos digitais, como músicas, vídeos, arte e transfers. É uma loja de departamento online direcionada ao consumidor de 20 anos de idade.

Geração perturbadora
Isso porque, conforme afirmou o CEO da empresa, Kathy Savitt, todo adolescente de 13 anos sonha ter 20 (anos), e todos os indivíduos de 30 anos de idade ainda pensam que tem 20. A empresa, então, oferece tudo o que querem consumir.

Savitt acredita que os Zers serão a geração de consumidores mais perturbadora da história, por causa de sua natureza heterogênea, assim como a forma como usam a internet e o modo como sua fidelidade à marca tem mais a ver com a forma como descobrem coisas novas, em vez de fazerem sempre as mesmas coisas.

A Geração Z está em franca ascensão e tem tudo para se tornar a mais ágil, volúvel e difícil de ser seduzida. O marketing deve ser mais criativo, atraente e interativo e os publicitários têm que escolher a estratégia certa e a mídia adequada para garantir um relacionamento duradouro com esses teens. E a sua empresa, vai perder este bonde?

Claudia Valls Colaboradora do iDigo – Núcleo de Inteligência Digital, que ministra cursos e consultorias sobre o uso corporativo da web.

Publicada em 20/10/2010 8:00

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  • http://twitter.com/falecomlara Eduardo Lara

    “Quem tem 13 anos sonha ter 20 (anos), e todos os indivíduos de 30 anos de idade ainda pensam que tem 20.”

  • Zer

    Que texto é esse?! Minha nossa! Não dá pra ler nem o primeiro parágrafo
    sem achar ridículo a qualidade da escrita.
    E desde quando iPhone é diferente de smartphone?
    O 4º e 5º parágrafos contradizem a primeira frase do último.
    Mais um exemplo de que pra escrever pra algum jornal/site brasileiro realmente o diploma é dispensável.

  • Maria eduarda

    Discordo totalmente do comentário abaixo. Criticas são sempre bem vindas para discussões, mas críticas com conteúdo e argumentos pertinentes.
    Achei o artigo muito interessante e de fácil leitura, é uma geração que precisamos conhecer para podermos pensar nossas ações de marketing para esse público.

  • Georgia

    É impressionante como a tecnologia muda a forma de vermos o mundo e relacionarmo-nos com os outros! Nunca tinha parado para pensar em como a tecnologia influenciou essa geração mais jovem e mudou os seus hábitos de consumo.

  • http://twitter.com/ninasmithh Nina Smith

    O legal da Z é que ela é ampla. Não só a diversidade, mas o volume desse mercado é enorme!

  • http://www.facebook.com/Adrilogia Adriana Prado

    É isso aí! Salve a evolução e as mudanças dinâmicas da humanidade! Muito bom o texto!

  • http://pulse.yahoo.com/_JADJHZVAXONBOMYL45WZU7N27M Danilo

    Estava pensando em fazer meu TCC de Administração baseado em TI nas empresas. Seria interessante abranger como o marketing precisa atuar com a geração Z talvez….

  • Dexter

    Eles sabem utilizar computadores, equipamentos eletrônicos e tudo.

    Mas por outro lado, a capacidade e elaborarem pensamentos argumentativos, coordenando informações e expondo pontos de vista coerentes está morta.

    Só o tempo dirá se esta torrente de twiteiros, orkuteiros etc etc, irá realmente melhorar a nossa nação.

  • Felipe

    “A Geração Z está em franca ascensão e tem tudo para se tornar a mais ágil, volúvel e difícil de ser seduzida. O marketing deve ser mais criativo, atraente e interativo e os publicitários têm que escolher a estratégia certa e a mídia adequada para garantir um relacionamento duradouro com esses teens. E a sua empresa, vai perder este bonde?”

    Me diga quando o marketing não precisou ser criativo, atraente e interativo e quando os publicitários não precisavam traçar as estratégias cercas e escolher as mídias adequadas? Quer dizer que todo esse tempo não precisavamos até chegar a geração Z? A vá…

  • http://twitter.com/_djleobranco Leandro Souza Vieira

    parece que o texto foi traduzito, muito mal, mas foi.

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  • Syd

    O problema dos “Zers” é que eles acreditam que entendem o que está por trás das tecnologias que consomem, o que é um ledo engano.

  • http://www.facebook.com/marciookabe Marcio Hiroshi Okabe

    O importante do artigo não são regras pré-definidas de escrita, mas o conteúdo. O propósito do artigo é mostrar para os profissionais de marketing que em poucos anos, o marketing tradicional não irá gerar impacto nenhum nesta geração. Acredito que cumpriu bem este objetivo.
    O mesmo vale para os jornalistas que dão excessiva atenção para o diploma, quando as empresas precisam de profissionais focados nas novas mídias.
    Acho essencial que sejam seguidas as boas práticas de redação, mas temos que lembrar que a geração Z tem valores diferentes dos nossos.

  • http://www.facebook.com/marciookabe Marcio Hiroshi Okabe

    Sugiro lerem sobre o tema curva de adoção de tecnologia que basicamente é uma forma de classificar as pessoas em 5 grupos: Inovadores, early-adopters, maioria inicial, maioria tardia e retardatários.

    O livro Crossing the Chasm aborda o tema do abismo que existe entre os inovadores/early-adopters e a grande maioria das pessoas.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Crossing_the_Chasm

    A questão aqui não é questionar se a Cláudia Valls está certa ou errada, é um FATO que os adolescentes e crianças de hoje, serão consumidores completamente diferentes do que nós (acima de 30 anos) somos.
    Todo profissional de marketing deveria ter um pouco de “early-adopter” se quiser compreender a geração Z.
    Parabéns pelo artigo!
    Marcio Okabe
    @marciokonfide

  • Rael bispo

    pretendo fazer meu trabalho do mestrado sobre a identidade do adolescente “Z” que vou chamar de ligado à rede virtual e os adolescentes ligados a uma rede “real” – de contatos pessoais… alguém tem material para indicar?

  • http://twitter.com/claudiavalls Cláudia Valls

    Ótimo post!

  • http://twitter.com/navossoc Rafael Cossovan

    Bom, eu faço parte dela, no entanto, te garanto que nem todos estão perdidos.
    Realmente tinha uma garotada quando estudou comigo no colégio que foi complicado.
    No entanto, eu sou obrigado a concordar que a qualidade de escrita e a capacidade de resolver problemas estão decaindo consideravelmente.

  • Orsely

    Penso que a autora do texto deveria, para dizer o menos, fazer referência a quem criou a expressão nativos digitais. Trata-se de um conceito elaborado e que comporta consequências em várias áreas. É bonito e legal (lei) mostrar que partimos de algum ponto.
    Era isso

  • Atanazio_rulez

    pricipio da cauda longa ajuda a etender como atender o consumo dessa nova geracao

  • Geração X

    E votam no Restart como melhor banda no mundo.

  • Applay

    (..) São aqueles que lêem uma reportagem falando bem deles, e sabe que está usando palavras bonitinhas demais para concordarmos e ficarmos felizes com isso.

  • Guest123

    Informação errada aí… Geração Z começa em meados de 1994, 1995.

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  • Roadmaster

    Concordo com o Dexter, e vou além em cima da sua resposta. A sua geração produz conteúdo sim, mas de uma maneira diferente – mais ágil, talvez, mas também marcada por uma baixíssima qualidade escrita. É uma geração que, naturalmente, adota a linguagem online, sem preocupação com a lingua. Isso não é um fenômeno recente, no entanto. É algo que vem sendo observado em um grau cada vez maior desde a própria popularização da internet.

    E também é uma geração que tem acesso a muito conhecimento, a muito mais do que nós da geração anterior tivemos. Minha fonte de pesquisas na escola era o Almanaque Abril, a Encarta e a Conhecer. Mas a capacidade de se reter esse conhecimento é posta em cheque quando não há a real necessidade dessa retenção. O Google está aí como nosso oráculo onipresente e disponível em tempo integral.

    Então, realmente, uma geração que olha para tudo e que não se prende muito a nada… Também estou esperando ver onde isso vai dar.

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  • Izaantunes

    Durante o Seminário “Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação” realizado em BSB, no III Seminário de Informação na Internet tive oportunidade de assistir a palestra da profª Marília Maciel do CTS/FGV/Rio, que obordou este assunto. A geração Z não é burra nem alienada como alguns observadores sociais pensam e também não se deixa enganar pela propaganda consumista.

  • Gustavo

    errado, eu sou dessa geração e te garanto que 70% das pessoas que conheço dessa geraçao tem um capacidade de pensamento tao boa quanto a sua para elaborar esse argumento, se voce pensar eles saem muito de casa, e para isso muitas vezes teem de pedir aos pais, estes aceitam desde que eles apresentem, argumento, que existem ate em uma criança de dez anos, nao pense que a facilidade com a tecnologia deixe as pessoas burras, mas sim ajuda elas a desenvolverem seu pensamentos, tirarem duvidas, o que quer dizer, que uma pessoa da geraçao Z, podera superar facil grandes cientistas como Einstein, concordo que com o “internetes” a capacidade escrita diminui, , e acho que as pessoas dessa geraçao tem muito a evoluir, nao concorda?

  • Junior

    Esse argumento representa o que o Dexter disse.

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  • Caio

    Existe algum complô contra os escritores do “IDG Now!” ? Parece que em todos os posts que leio sempre encontro algum comentário dizendo algo como: “Texto ridículo!” ou “Texto muito mal traduzido.” e etc.
    Os textos são publicados inicialmente “nas coxas” e posteriormente aperfeiçoados pela edição ou eu é que estou deixando passar todos esses erros de escrita?

  • Rebecca vaudeville

    Todo mundo está reclamando da instável Geração Y (1977-1994) que já está no mercado de trabalho “tumultuando” dos X e os baby boomers, mas aguardem a Geração Z (a partir de 1995) que logo, logo vai perturbar ainda mais o mercado de trabalho!!!

  • garota da geração z

    Há uma parte perdida na geração, mas isso não quer dizer que todos serão seguidores de modinhas ou coisas assim.
    Pessoas da geração z desenvolvem uma grande capacidade crítica, pena que muitos ainda se preoucupam tanto em ser aceitos em algum tipo de grupo que acabam mudando seus valores, mas toda geração tem seu lado obscuro, e eu acredito no potencial da geração, por fazer parte dela sei que as pessoas se preocupam mais com o meio ambiente, e são mais “antenadas”, há uma maior circulação de informações, o que faz com que a maioria entenda vários assuntos e consiga elaborar boas opiniões, como também bons argumentos, já que nós, quando realmente queremos uma coisa, estudamos todas as possibilidades de argumentos a serem utilizados para consegui-la, temos uma forte capacidade de persuasão naturalmente e somos enganados mais dificilmente.

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  • llMerlinll

    geração Y 1977-1992, geração z 1993-…

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  • Alan Gustavo

    O engraçado é que diziam a mesma coisa do pessoal dos anos 60. Acho que todas as gerações passam por choques. Seja  RSTUVXYZ :). Eu sou da década de 70 e entendo muito bem meus pais que não viam muita graça no Rock dos anos 80. Meu Pai começou a fumar porque quem não fumasse não era “homem! E ele mesmo reconhece… Que alienação. Hoje não temos meia dúzia de pessoas monopolizando as idéias no Brasil. Os jovens participam de mil comunidades. Coisas idiotas e coisas inteligentes. Generalizar é que é alienação! Viva a diversidade… Mas abaixo o “Restart” :)

  • GustavoH

    Eu faço parte da geração Z.
    É verdade afirmar que, mais do que nunca, o potencial de argumentação de uma geração nunca teve uma queda tão signficativa – as informações são imediatas, o conhecimento não é verdadeiro (afinal, podemos facilmente encontrar respostas para os nossos problemas em sites de busca), inovações acontecem todos os dias. Porém, ao falar assim, estão cometendo um grave erro.

    Ainda mais que as outras gerações, uma grande característica da Geração Z é a heterogeneidade. O mundo nunca foi tão dividido, nunca existiram tantas pessoas diferentes, tratando-se de gostos e opiniões. A única coisa realmente comum é o meio – a internet.

    Conheço pessoas da minha faixa de idade (15 anos) que possuem uma inteligência, um dom de argumentação muito maior do que a de muitos adultos. A maturidade chega mais cedo, o conhecimento chega a ser requerimento.

    Essa é a Geração Z.

  • GustavoH

    Eu faço parte da geração Z.
    É verdade afirmar que, mais do que nunca, o potencial de argumentação de uma geração nunca teve uma queda tão signficativa – as informações são imediatas, o conhecimento não é verdadeiro (afinal, podemos facilmente encontrar respostas para os nossos problemas em sites de busca), inovações acontecem todos os dias. Porém, ao falar assim, estão cometendo um grave erro.

    Ainda mais que as outras gerações, uma grande característica da Geração Z é a heterogeneidade. O mundo nunca foi tão dividido, nunca existiram tantas pessoas diferentes, tratando-se de gostos e opiniões. A única coisa realmente comum é o meio – a internet.

    Conheço pessoas da minha faixa de idade (15 anos) que possuem uma inteligência, um dom de argumentação muito maior do que a de muitos adultos. A maturidade chega mais cedo, o conhecimento chega a ser requerimento.

    Essa é a Geração Z.

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  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000761511129 José Nunes

    O Gustavo confirmou tudo o que foi dito pelo Roadmaster, com muita propriedade. Grosseira e rispidamente, como lhes é peculiar, e com um português precário (“ajuda elas”, dentre outras pérolas), Gustavo firmou um ponto de vista emocional, sem contudo desenvolver o tema de maneira ordenada e polida (Não deve ter tempo para ser assim). Por outro lado, definiu em 70% (sic) a quantidade de pessoas “dessa geração” – que deve ser a dele – que tem “capacidade de pensamento tão boa quanto” a do Roadmaster. Não soa como verdade a assertiva. Acredito que eu, 48, nos meus vinte anos era bem melhor.  

  • veronica weber

    Muitíssimo interessante!!! “A Geração Z está em franca ascensão e tem tudo para se tornar a mais ágil”

  • Rodrigo Andrade de Oliveira

    Pior, a Geração z é muito burra!!! se divertem a base do trabalho e estudos da geração Y e antecessores, não produzem nada, tem preguiça de ler, não tem capacidade miníma de conhecimentos científicos da tecnologia. Enfim ao meus conhecimentos e vivência com essa geração aqui no Brasil!!!

  • João Sousa

    E ti meu caro? Chama uma geração que nos dias atuais têm no máximo 2 décadas de vida inteiramente de burra? Por favor, burrice é ter uma generalização de tal como essa dita por ti! Que tipo de produção concreta quer de quem não chegou nem aos 25 anos? E qual o problema de se divertir ou estudar baseado no trabalho de gerações anteriores? O que você usava para se divertir ou estudar quando tinha seus 16 anos era fabricado pela tua própria geração? Preguiça de ler creio eu, é mais de cada um, pois conheço adultos de outras gerações que não lêem de nada assim como também conheço jovens da minha geração que lêem, como eu mesmo, creio que isso dependa da educação da pessoa e também do incentivo de quando se é criança. Por último, capacidade de conhecimentos científicos da tecnologia não é necessariamente sinômino de “esperteza” mas como você utilizou isso como argumentos para a “burrice” de toda a geração Z, qual seria a definição tua da própria? Pois se for pela capacidade de usar e consertar e entender produtos tecnológicos acho que essa é a geração que mais vai entendê-la pelo fato de sempre usar a mesma. E se com capacidade de conhecimentos científicos da tecnologia quis dizer da falta de permeação do conhecimento científico no Brasil, esse é um problema muito antigo, o país nunca se destacou grandemente em qualquer geração na ciência e esse é um problema da falta de educação da massa populacional brasileira devido ao fato de nunca ter tido uma educação forte e boa para os mais pobres vide aos diversos problemas políticos naturais no Brasil, o que em teoria, deveria ser facilitado pelo acesso fácil ao conhecimento pelo google, por exemplo, mas que nunca vai ocorrer se não houver um direcionamento dado a parte dessa geração que não sabe como maneirar no uso das tecnologias fúteis. Penso eu que ti não teve boas vivências com pessoas da geração Z mas dê uma chance a nós, pois não é possível a generalização da geração mais homogênea até hoje.