Data e Consumo

Economia criativa de dados

Publicada em 24/11/2014 9:30

A cada novo movimento artístico nos deparamos com um cenário diverso tendo como ponte a Economia Criativa, cercada de paradigmas e conversão de fronteiras e linguagens que nos levam a refletir o casamento entre a ciência de dados, a liberdade de expressão e a arte midiática.

Na atualidade dos movimentos estéticos estamos em constantes remix e dando novos significados à arte, aos dados e à linguagem eletrônica. E nos perguntamos qual o limite tênue da privacidade ao revelar o status de um conteúdo _ como a compra do polêmico álbum do U2 _ sem o consentimento do usuário.

Ao mesmo tempo, nossa construção da memória vem sendo reconfigurada de acordo com os diversos dispositivos. Nossos “momentos” na composição imagética refletem nossa jornada diária.

Em contraponto, surge um novo aplicativo, ainda em fase beta, chamado “Reminds”, que tem o propósito de criar dedicatórias musicais para criar novos momentos especiais.

Diante deste cenário, a robótica traz consigo a dança enigmática dos drones com o a maestria da direção do Cirque du Soleil, a #File14 apresenta reflexos das nossas emoções nos dispositivos cibernéticos e a construção da arte programada por dados, E acompanhamos o uso exacerbado do “selfie” nos espaços culturais buscando significar e validar o comportamento.

  • Sam Samuel

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